Neemias 11: Os Voluntários de Jerusalém e o Custo de Habitar na Cidade Santa
Um em cada dez foi morar em Jerusalém. Ninguém aplaudiu, ninguém filmou. Mas Deus escreveu os nomes. Uma palavra sobre obediência sem holofote.
Um em cada dez foi morar em Jerusalém. Ninguém aplaudiu, ninguém filmou. Mas Deus escreveu os nomes. Uma palavra sobre obediência sem holofote.
Jesus entra em Jerusalem aclamado, amaldicoa uma figueira sem frutos e purifica o templo. Entre esses gestos, Ele ensina o que Deus procura: fe verdadeira, oracao sincera e um coracao que perdoa.
Davi quis trazer a arca para Jerusalém. Carroça nova, festa, instrumentos. Mas Uzá estendeu a mão para firmar a arca — e caiu morto ali. Davi se irou, depois temeu. E aprendeu — santidade tem regras que não se discutem.
Jesus confronta escribas e fariseus. Dizem e não fazem. Amam os primeiros lugares. Sete ais. Sois sepulcros caiados — por fora belos, por dentro mortos. Jerusalém, quantas vezes quis ajuntar teus filhos.
Jesus monta o jumentinho. Multidão estende mantos e ramos. Hosana ao Filho de Davi. Entra em Jerusalém. Vai direto ao templo — expulsa os cambistas. A minha casa será chamada casa de oração. Vós a fizestes covil de salteadores. E a figueira sem fruto se seca.
Em Jericó, um cobrador de impostos baixinho sobe num sicômoro pra ver Jesus passar. Cristo levanta os olhos, chama pelo nome e diz: hoje me convém pousar em tua casa. E a vida de Zaqueu vira do avesso.