Ezequiel 1: a visão da glória de Deus
Junto ao rio Quebar, sob o cativeiro, os céus se abrem. Quatro seres viventes. Quatro rostos. Rodas dentro de rodas. Sobre tudo, um trono, e sobre o trono a semelhança de um homem. Resplendor da glória.
Junto ao rio Quebar, sob o cativeiro, os céus se abrem. Quatro seres viventes. Quatro rostos. Rodas dentro de rodas. Sobre tudo, um trono, e sobre o trono a semelhança de um homem. Resplendor da glória.
Cornélio, centurião piedoso, vê um anjo. Manda buscar Pedro em Jope. Pedro, sobre o telhado, vê uma visão — pano com animais imundos, mata e come. Três vezes. E entende que Deus abriu a porta aos gentios. Vai à casa de Cornélio. O Espírito desce sobre todos.
Habacuque sobe à torre de vigia esperando resposta de Deus para a injustiça que vê. A resposta vem com um princípio que Paulo vai repetir séculos depois e que vira o coração da Reforma: o justo viverá pela sua fé.
Isaías entrou no templo num ano de morte de rei. Saiu de lá com brasa nos lábios e missão na alma. Quando a santidade de Deus passa de conceito a presença, a vida nunca volta a caber no mesmo molde.