Êxodo 2: Moisés salvo das águas
Um bebê hebreu, uma cesta no rio, uma princesa egípcia. Faraó ordenou a morte — Deus levantou um libertador. E a mãe que escondeu o filho três meses acabou amamentando-o no palácio do tirano.
Um bebê hebreu, uma cesta no rio, uma princesa egípcia. Faraó ordenou a morte — Deus levantou um libertador. E a mãe que escondeu o filho três meses acabou amamentando-o no palácio do tirano.
Depois do bezerro de ouro, Deus chama Moisés de novo. Lavra duas novas tábuas. Sobe ao Sinai. E o SENHOR passa diante dele declarando seu nome — SENHOR, SENHOR Deus, misericordioso e piedoso, longânimo, grande em benignidade e em verdade.
Egípcios afogados. Israel salvo. Brota o primeiro cântico de redenção. Cantarei ao SENHOR — gloriosamente triunfou. Miriã pega o tamboril. As mulheres dançam. Em Mara, água amarga vira doce.
Moisés ainda hesita. E se não me crerem? Deus mostra três sinais — cajado vira cobra, mão fica leprosa, água vira sangue. Moisés alega — não sou eloquente. Deus se ira. Quem fez a boca? Eu serei com a tua boca.
Moisés monta o tabernáculo conforme tudo o que o SENHOR ordenou. Coloca a arca, a mesa, o castiçal, o altar. Veste Arão. Unge tudo. E a nuvem cobre a tenda do encontro, e a glória do SENHOR enche o tabernáculo. De dia a nuvem, de noite o fogo.
Moisés escreve as palavras do SENHOR. Edifica altar com doze colunas. Aspergir sangue sobre o povo. Eis o sangue da aliança. E sobe ao monte com Arão, Nadabe, Abiú, e setenta anciãos. Viram o Deus de Israel. Comeram e beberam diante dele.
O monte fumega, trompa toca, povo treme. E Deus desce. Eu sou o SENHOR teu Deus. Não terás outros deuses. Lembra-te do sábado. Honra pai e mãe. Não matarás. Não adulterarás. Não furtarás. Não cobiçarás.
Última praga do Egito. Cada família escolhe um cordeiro sem mácula. Imola à tarde. Põe sangue nas ombreiras e na verga da porta. Naquela noite o destruidor passa — mas onde há sangue, passa por cima. Páscoa significa passagem.
Moisés pastoreava no deserto de Midiã. Vê uma sarça que arde sem se consumir. Aproxima-se. E ouve a voz — tira os sapatos, terra santa. Eu sou o Deus de Abraão, Isaque, Jacó. Tenho visto a aflição do meu povo. Vai, Faraó está esperando.
Depois do bezerro de ouro, Deus quer enviar anjo mas não Sua própria presença. Moisés se recusa. Negocia. E acaba pedindo o mais ousado: rogo-te, mostra-me a tua glória. A resposta vem na fenda da rocha.
Moisés ainda no monte recebendo a Lei. O povo embaixo, impaciente, pede a Arão que faça um deus visível. E em pouco tempo o ouro vira bezerro. O profeta desce, quebra as tábuas e intercede com palavras que tocam o coração de Deus.
Três meses depois de sair do Egito, Israel acampa diante do Sinai. Deus desce sobre o monte com fogo, trovões e trombeta. O povo treme. Israel é declarado reino sacerdotal e povo santo. A aliança formal começa ali.
Israel sem água murmura de novo. Deus manda Moisés ferir a rocha — e dela sai água. Depois, em batalha contra Amaleque, Moisés sobe ao monte: enquanto suas mãos estão erguidas, Israel prevalece. Mas as mãos cansam. E vem a intercessão de Arão e Hur.
Israel murmura no deserto saudoso das panelas do Egito. Deus responde fazendo chover pão dos céus. Maná diário, ômer por cabeça, dobro no sexto dia — uma lição de dependência e descanso que dura quarenta anos.
Israel sai do Egito mas tem o mar pela frente e Faraó pela retaguarda. Não há saída humana. E aí Moisés diz: o SENHOR pelejará por vós, e vós vos calareis. O mar se abre — e o povo passa em seco.
Israel acabou de sair do Egito. Está acampado ao pé do monte que treme. E ali, no meio de relâmpagos e trovões, Deus pronuncia dez palavras que vão organizar a vida do povo da aliança — e a vida ocidental por três mil anos.
Na noite mais longa da história de Israel, um cordeiro morre por casa e o sangue na porta vira fronteira entre a vida e o luto. A Páscoa nasce ali — e ainda aponta pra outro Cordeiro.
Uma história sobre o chamado de Moisés, a libertação do povo de Israel e a revelação do nome de Deus, mostrando Sua compaixão e poder para nos resgatar.

A Páscoa é muito mais do que coelhos e ovos de chocolate. No coração desta celebração milenar, reside uma das mais poderosas histórias de libertação e amor incondicional da Bíblia Sagrada. Ela nos convida a mergulhar nas raízes da fé, compreendendo como Deus a